Leia o regulamento e inscreva-se, gratuitamente, para o 6º Putz até o dia 15 de maio.

Envie o material audiovisual, duas cópias assinadas da ficha de inscrição e a declaração de matrícula do diretor do filme (além da autorização da banda no caso de videoclipe) para o endereço:

Fábrica de Comunicação
Rua Bom Jesus, 650, Juvevê
Curitiba, Paraná, 80035-010

As categorias são: Vídeo Publicitário (1'), Vídeo Institucional (10'), Vídeo Reportagem Jornalística (5'), Documentário (20'), Ficção (20'), Experimental/ Arte (10'), Trash (10') e Videoclipe (8'). Publique seu filme na internet* e participe do Prêmio Especial 91Rock. *Para trabalhos com duração superior a dez minutos é necessário abrir uma conta do tipo director no You Tube. Se preferir, utilize Vimeo, Blip.tv, Daily Motion ou qualquer outro serviço que permita a transmissão e geração de código (função embed) para inserção em páginas de terceiros.

Confira a definição das categorias:

Vídeo Ficção
A ficção é a forma de discurso audiovisual mais comum e mais difundida. O termo ficção vem do latim fingo, que também originou a palavra figura, portanto a ficção não é uma mentira, mas sim um simulacro. A obra ficcional pressupõe um acordo tácito entre o realizador e o espectador, visto que ambos aceitam previamente que este discurso parte da imaginação do primeiro e será decodificado e entendido segundo a imaginação do segundo.

Vídeo Documentário
O discurso do documentário está ligado ao real. Porém, não deve ser entendido como representação fiel do real ou da realidade. O documentário se estabelece através de um processo de mediação, como qualquer filme, sendo assim, está permeado por inúmeras características subjetivas. Talvez a melhor forma de compreender o que é o documentário seja relembrar a frase de John Grierson, criador do termo cinema documentário: “O documentário é o tratamento criativo da realidade”.

Vídeo Trash
Os vídeos trash caracterizam-se por não atingirem boa qualidade padrão e, por isso mesmo, acabam sendo bem vistos como uma espécie de ruptura. A priori, um vídeo trash deve ser não intencional, ou seja, os filmes trash surgiram a partir de produções que buscavam atingir as características de qualidade tradicionais e não conseguiam. Entretanto, hoje existem vídeos produzidos especificamente para serem trash. Em grande parte, um vídeo trash demonstra intenção de um discurso fílmico tradicional que não é atingido.

Vídeo Experimental/Arte
Seguindo a lógica do termo experimental, deveríamos chamar desta forma todo vídeo que proponha uma experiência, seja ela narrativa, de linguagem, fotográfica, de edição etc. Então, teríamos vídeos de ficção experimentais, vídeos documentários experimentais, vídeos reportagem experimentais e assim por diante. Porém, segundo Jacques Aumont e Michel Marie, a expressão experimental designa hoje, para o cinema, materiais audiovisuais que atendam as seguintes características: não ser realizado no sistema industrial; não ser distribuído nos circuitos comerciais; não visar à distração nem rentabilidade; ser majoritariamente não-narrativo; trabalhar questionando, desconstruindo ou evitando a figuração. Vale ressaltar que os dois primeiros itens são, em geral, atendidos por qualquer vídeo universitário e o terceiro, no que se refere a rentabilidade, também. Restam os dois últimos itens como fundamentais punição do que são vídeos experimentais.

Vídeo Institucional
Material audiovisual voltado aos objetivos de uma instituição, seja ela pública, privada ou ONG. O vídeo institucional deve refletir as idéias, conceitos, práticas e métodos, entre outras características, que demonstrem como atua a instituição a que se refere. Vídeo Reportagem Jornalística O vídeo reportagem está inserido no âmbito da produção jornalística e como tal deve atender aos preceitos jornalísticos. Desta forma e como o próprio nome diz, a reportagem em vídeo deve reportar algo ao espectador. Ao reportar-se ao espectador, o vídeo reportagem pode informar, analisar ou discutir idéias, mas elas devem necessariamente referir-se à realidade

Vídeo Publicitário
Oriundo da atividade de publicidade e propaganda, o vídeo publicitário é a peça audiovisual de uma campanha publicitária. Normalmente esta peça é acompanhada de outras voltadas para outras mídias que não as audiovisuais. No caso de uma produção ou visualização isolada da peça, esta deve atender às necessidades publicitárias do produto, marca, serviço ou ideologia a que se refere sem a necessidade de peças complementares.

Videoclipe
Todo material audiovisual que estrutura sua narrativa a partir da narrativa, do ritmo, da seqüência e/ou da linguagem de uma única música é um vídeo clipe.

Download:

regulamento (.doc)
ficha de inscrição (.doc)
ficha de autorização da banda (.doc)